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PORQUE VOCÊ PRECISA VIAJAR MAIS E TRABALHAR MENOS.

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Um dia desses me questionaram se eu estava com problemas pessoais. Se estava com depressão ou com algum outro problema emocional.  E porque eu estava fugindo? E onde queria chegar viajando tanto!? Porque, afinal, se tinha virado blogueira de viagens, abandonado minha carreira e largado uma profissão estável, então no mínimo eu estaria com problemas e estava fugindo deles. E que ninguém pode viver assim, apenas viajando. Que eu precisaria entender a verdadeira razão do meu escapismo.

Fiquei refletindo sobre o tema e cheguei a conclusão que, sim, estou em fuga. Fuga do excesso de realidade, da desumanização, desse excesso de gente que tem sempre uma “velha opinião formada sobre tudo”, desse excesso de vida e Realidade Virtual.

Estamos tão digitais que já sabemos tudo sobre tudo, sobre todos, e assim nos tornamos especialistas generalistas. Mas nunca as pessoas se sentiram tão solitárias no mundo.

Eu quis refletir sobre o tema para conseguir dar uma resposta que fosse sincera e ao mesmo tempo clara. Então vamos lá…

Porque EU tirei um ano sabático?

Viajar nos torna mais humanos. É impressionante como é transformador, o fato de você estar em outro país e ter que nos submeter a aprender novas línguas e culturas para sobreviver. Nos torna mais humildes porque precisamos da ajuda do próximo em tarefas fáceis do dia a dia. Nos torna menos egocentrados e nos mostra que precisamos de quase nada para viver. Viajar, definitivamente, nos obriga a romper nossos limites.

Viajar nos permite ampliar horizontes, vivenciar culturas e pensamentos diferentes dos nossos. Faz com que a gente perceba nossa pequenez em um mundo tão grande e diverso.  É capaz de ampliar laços afetivos e, acima de tudo, construir memórias. Quando viajamos abrimos espaço para o desconhecido e o inesperado. Saímos de nós mesmos, das nossas crenças interiores e dos nossos certos e errados tão engessados.  Aprendemos que sim, tudo pode ser muito relativo.

KRuger Park

A emoção de um simples olhar

QUAIS OS BENEFÍCIOS QUE SENTIMOS VIAJANDO

O ano está acabando e esse ano foi um ano sensacional, como deve ser. Cruzamos o planeta e conhecemos lugares incríveis. Essa sensação de “atingimento” e aprendizado é realizadora. Se nos perguntarem o que mais impactou em 2017.  Foi como aprendi viajando nesse ano que passou!

Viajar causa mudanças incalculáveis. Permite sentirmos emoções transformadoras.

Devemos viajar mais com quem amamos. Simplesmente porque…

Viajar aumenta o nível de tolerância, porque nos obriga a aceitar as diferenças para nos adaptar. É quando enxergamos é preciso se adaptar ao meio e não o meio a você. desfocamos do nosso umbigo e tentamos compreender o próximo nem que seja para sobreviver.

Viajar nos torna humildes, porque muitas vezes precisamos da ajuda de estranhos. E precisar do próximo nos mostra que não somos tão autossuficientes como julgamos ser.

Viajar nos mostra que o desabrigo é uma mola propulsora para socialização.

Viajar nos mostra que gentilezas geram gentilezas infinitas. E que o amor é a única linguagem inalterada na torre de Babel.

Viajar é muito importante porque aquele que foi nunca mais volta o mesmo. Porque, uma vez que você vê algo, nunca mais você “desvê”!  O que vemos, vivenciamos e sentimos nos transforma verdadeiramente. E essa sensação é tão poderosa que vicia absolutamente.

Como disse o filósofo, Mark Twain:

Viajar é fatal para preconceitos, para o fanatismo e para as mentes estreitas.”

QUAIS NOSSOS APRENDIZADOS

Então, quando for viajar, se abra para o mundo. Saia de sua caixinha, deixe para trás seus preconceitos. Calce os sapatos das pessoas que cruzarem seu caminho. Conheça suas histórias. Pare, ouça e escute. Aprenda com cada pessoa ou acontecimento vida quer lhe presentear.

Vivemos em uma época em que conhecemos tanto e ao mesmo tempo, nada. As memórias afetivas e inconscientes do homem estão se perdendo. Perdemos o tato, o cheiro, o sentimento e a emoção. Somos likes, shares e tantas imagens que ficamos busca do “ser” que nem sabemos ao certo o que é.

Viajar não é um “escapismo”, é uma “escapadela” do egocentrismo.

Em um momento tão digital, viajar nos permite vivenciar sentimentos reais.  Assistir a mais um por do sol, saborear um novo paladar, conhecer novas histórias, saborear vinhos e comer frutas nunca imaginadas. São apenas alguns dos pequenos prazeres que ficam armazenado em seu HARD DRIVE inconsciente chamado vida.

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